Violetas na Janela é
um romance espírita, alegadamente
narrado pelo espírito "Patrícia" e psicografado pela médium Vera Lúcia Marinzeck
de Carvalho. Publicado pela Petit Editora, da cidade de São Paulo em 1993.
Resumo
Pátrícia
Braghini era uma jovem espírita de 19 anos, filha de José Carlos Braghini e
Anézia Alba Marinzeck Braghini, que morreu após um acidente vascular cerebral
em sua casa.
O
enredo do livro Violetas na Janela é narrado pela jovem
já desencarnada, através de sua tia, que assina a psicografia e participa de diversas
passagens do mesmo. Segundo a psicografia, Patrícia, após a morte, foi
resgatada por "amigos espirituais" que a levaram para a colônia
espiritual chamada Colônia São Sebastião, que segundo os espíritas é uma das colônias espirituais
situadas sobre a cidade de São Sebastião do Paraíso.
Patrícia
reencontra no plano espiritual Amaziles (sua avó) e um grande amor de outras
vidas, Frederico, além das entidades Arthur, Maurício e Antônio Carlos, que
ajudam Patrícia a se adaptar à vida na colônia. Patrícia aprende a controlar a
saudade durante suas visitas ao antigo lar e mandar recados para os entes
queridos através da psicografia de sua tia Vera.
Patrícia
ouve conselhos de diversos moradores desencarnados da colônia e depoimentos de
suas vidas pessoais quando encarnados na Terra, passa a ajudar Frederico em seu
consultório e logo é convidada pelos seus amigos a trabalhar em favor de
pessoas recém desencarnadas no centro espírita presidido por seu pai, José
Carlos.
O sucesso
·
Violetas na Janela tornou-se
um best-seller brasileiro. Em 1997 a
editora vendera 300 mil cópias e em 2004 as vendas passaram para um milhão de
cópias. A médium Vera Lúcia Marinzeck
de Carvalho doa os direitos do livro para entidades carentes de
valor reconhecido pela sociedade.
·
O sucesso do livro culminou na
adaptação da história para o teatro. Violetas na
janela tornou-se fenômeno de bilheteria[carece de
fontes] no Rio de Janeiro e
em diversas cidades do Brasil.
Polêmica
Algumas
passagens do livro, descritas por Patrícia não são aceitas por uma parte dos
intelectuais espíritas, que argumentam falta de provas teóricas e doutrinárias.
A passagem que mais causou polêmica é o capítulo em que o espírito afirma que
foi ao banheiro em seu alojamento na colônia São Sebastião. Uma parte dos
espíritas não concorda com tal afirmação, pois segundo eles, não existe
histórico de tal acontecimento por parte dos milhares de espíritos que
contribuíram com Allan Kardec, o
codificador da Doutrina Espírita,
na produção dos livros O Livro dos Espíritos, O
Evangelho Segundo o Espiritismo, Livro dos Médiuns entre
outros que servem de pilar de sustentação para a abordagem teórica dos
praticantes da Doutrina Espírita.
fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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